NÃO TENHAS MEDO DO ESCURO

e foi com uma suavidade de borboletas que adormeceu, surrurrando para si mesma, baixinho: "Não Tenhas Medo do Escuro"
Um cadáver que desaparece; uma mulher que morreu - e que talvez não tenha morrido; um pintor louco; uma governanta que se dedica a afogar gatos pretos; um poeta que recita nas estações de serviço e um enigmático velho de barba branca; uma japoneira movendo-se de um lado para o outro. Eis alguns dos ingredientes narrativos de Não Tenhas Medo do Escuro, romance que obteve o Prémio de Revelação APE/DGLB.
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